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February 12 O FÓRUM SOCIAL MUNDIAL E A INTERNETA primeira tarefa de quem deseja que exista comunicação e informação é escutar as pessoas. Nisto reside a primeira diferença fundamental com o sistema informativo comercial. Nesse não se trata de escutar, mas de se fazer escutar pelas pessoas. É um sistema vertical, no qual os que transmitem, pouco importa se pela imprensa escrita ou por meios eletrônicos, buscam que os cidadãos escutem e aceitem o que é transmitido.
Hoje chegamos a uma situação sem precedentes, em que o leitor é um mercado. Busca-se que ele escute, não que enxergue. A tarefa dos que estão neste trabalho e participam do caminho do FSM, pelo contrário, é escutar o que venha da infinidade de manifestações ao redor da Terra e saibam fazer de seus conteúdos e chamados as contribuições a nosso debate e a nossas buscas. É por isso que o tema da comunicação é um tema vital para o crescimento e força do movimento. O formato descentralizado do FSM transportou a edição 2008 para o território da comunicação, embora sem as grandes tecnologias para transmissões simultâneas ou recursos para montar escritórios de imprensa nos continentes. E ao mesmo tempo existe um trabalho mundial de comunicação sendo feito, capaz de articular entrevistas coletivas simultâneas. Em que se baseia essa comunicação? As novas tecnologias de comunicação têm uma natureza contraditória. Mesmo que graças a elas se tenham criado corporações milionárias, e homens de riquezas sem precedentes, como Bill Gates, o êxito comercial dessas empresas se baseia no acesso e, portanto, na participação de um número sempre maior de pessoas. É emblemática a diferença entre Bill Gates e Rupert Murdoch. As novas tecnologias permitem criar alianças que a informação nunca sonhou em estimular. Não é por acaso que em Beijing, na Conferência Mundial da Mulher, os governos perderam o controle frente à plataforma das mulheres reunidas em alianças e organizações não-governamentais. Isto aconteceu porque centenas de organizações de mulheres, intercambiando entre si, chegaram a Beijing muito mais preparadas que as delegações governamentais. O acesso [à rede Internet] aumentou, mesmo que continue desbalanceado entre o Norte e o Sul e por renda econômica. Isto permitiu que o primeiro Fórum Social Mundial visse chegar, não as 20 mil pessoas esperadas na hipótese mais otimista, e sim mais de 70 mil participantes. A grande diferença deveu-se à Internet, com a qual se conseguiu que, em poucos meses, milhares de pessoas soubessem da convocatória de Porto Alegre e, sempre graças à Internet, começaram seu processo de participação. Sem internet, a mobilização deste ano seria um desastre. Teríamos atividades apenas nos países em que há gente do Conselho Internacional do FSM. No entanto, existem atividades onde sequer há cidadãos que tenham participado de alguma edição. São pessoas que se somaram ao movimento pela Internet, que se sentem parte do processo do FSM. O desafio de nossa comunicação é poder recolher todo este grande pulmão de um novo renascimento mundial. Para isso, a existência de um mecanismo de intercâmbio, como a Ciranda, de trabalho informativo para a base, como Amarc, ou de criaçao e distribuição de notícias, como Inter Press Service, e níveis regionais como Alai, foram estimulados pelo caminho de participação que o FSM significa. Existem centenas de publicações, associações, rádios e TVs, assim como milhares de jornalistas que se reconhecem no espaço ideal do FSM. É certamente um dos maiores déficits do processo não termos sabido articular e fortalecer esta realidade rica e forte do panorama informativo. Assim, continua aberto o desafio de aumentar o intercâmbio e a comunicação entre as centenas de milhares de organizações que são a base ética e humana do processo. A comunicação até agora tem sido a gata borralheira do FSM. Basta dizer que todo o processo de informação e comunicação, de mobilização mundial, custou cerca de 100 mil dólares, algo que para Murdoch é uma cifra de cartão de crédito. *** Fonte: Engajamento ao FSM reflete diversidade e resistência. Entrevista por Ciranda.net , publicado na Revista Fórum, link http://www.revistaforum.com.br/sitefinal/NoticiasIntegra.asp?id_artigo=1748 September 05 Obras e Projeto de Jacob (J.) Lumier: Utilizando a Tecnologia da Informação na Produção Intelectual I.DESCRIÇÃO DA POSTAGEM DE ABERTURA II
Sobre a Produção Leituras do Século XX.http://www.leiturasjlumierautor.pro.br
Categorias: Internet; conhecimentos universitários; E-books; literatura digital.
Palavras-chave: Autor, Leitura, Produção.
OBRAS E PROJETO DE JACOB (J.) LUMIER... POSTAGEM DE ABERTURA II: Utilizando a tecnologia da informação na produção intelectual I.
VER NESTA POSTAGEM DE ABERTURA:
· Notícia sucinta sobre o valor da leitura das Obras de Jacob (J.) Lumier e sobre sua Atividade Intelectual; · Trechos do Website Exclusivo de J.Lumier Sobre Seu Projeto/Produção.
OS E-BOOKS DE J.LUMIER:Notícia sucinta sobre o valor da leitura das Obras de Jacob (J.) Lumier e sobre sua Atividade Intelectual. Autor Publicado Junto à Organización de Estados Ibero-Americanos para la Educación, la Ciencia y la Cultura-OEI, tendo obras acolhidas junto a Revista Eletrônica Telos e junto à Fundación Biblioteca Virtual Miguel de Cervantes. R E S U M O: Trata-se de leitura acadêmica proveitosa em especial para quem faz monografia de pós-graduação ajudando-o a completar a bibliografia com referências acadêmicas de atualidade em sociologia e filosofia. O leitor interativo navega pesquisando seus argumentos no livro eletrônico universitário com hyperlinks no próprio doc. - J.LUMIER ou JACOB (J.) LUMIER é autor de ensaios filosóficos e sociológicos; membro da lista da Internet Society-ISOC; licenciado em filosofia e sociólogo exerceu a docência, tendo lecionado sociologia e metodologia científica em Universidade privada e em Universidade pública, bem como as atividades de pesquisador com apoio de fundação científica; pertence aos quadros docentes permanentes de universidade federal no Brasil. ... - J.LUMIER ou JACOB LUMIER projeta sua atividade intelectual em vista de favorecer a democratização da informação e promover as novas oportunidades de produção cultural para os indivíduos, como autores de obras intelectuais e literárias. Os temas transversais que o motivam são os seguintes: formação nas ciências humanas e na auto-aprendizagem; pluralismo cultural e lingüístico; o sentimento de estar construindo as sociedades do saber e de estar explorando as tecnologias da informação e da comunicação para desenvolver as competências. Tem ele se orientado para o objetivo de atuar nos fóruns virtuais existentes através da publicação de seus escritos em vista de integrar-se entre os que promovem a utilização cultural da Internet como circulação de idéias e comunicação por e-mail, promovendo a revalorização : (a)- do e-book universitário e do direito do autor; (b)-dos ensaios digitais em filosofia e sociologia; (c)-da interação virtual entre o autor e seus leitores. Busca igualmente organizar ou participar de atividades em vista de favorecer: (a)-o esforço individual na produção cultural eletrônica; (b)-a comunicação interindividual entre, por um lado, os autores de obras virtuais ou digitais e, por outro lado, as pessoas interessadas na leitura universitária interativa; (c)-o estabelecimento de enlaces (link) em torno de temas-eixos; (d)-o debate de idéias e a troca de correios-eletrônicos; (e)-a promoção do livro eletrônico (e-book) como produção do autor ele próprio. - O autor JACOB (J.) LUMIER ele mesmo nos informa o tema-conteúdo de suas obras: §- "A idéia de apresentar minhas obras no âmbito da Internet ocorreu-me em conseqüência da interrupção há algum tempo do meu doutorado regular, já havia começado leituras aprofundadas de interesse para os estudiosos, os profissionais de ciências humanas e filosofia e os universitários em geral. § - Minha reflexão orientou-se para apreciar os estudos pascalianos, como alternativa à metafísica hegeliana tal qual estudada em sua aproximação ao existencialismo do século XX. §- Paralelamente, estando interessado no aproveitamento da cultura científico-universitária atual e do pensamento probabilitário da Física, dirigi minha reflexão para a sociologia diferencial, apreciando os diversos aspectos desta orientação relacionados à nova sociologia do conhecimento". Os resultados a que cheguei formam as obras apresentadas na minha home page bilíngüe PRODUÇÃO LEITURAS DO SÉCULO XX/ /PRODUCTION LECTURES DU VINTIÈME SIÉCLE, cuja url é a seguinte: http://www.leiturasjlumierautor.pro.br
· "La PRODUCTION LECTURES DU VINGTIÈME SIÉCLE –PLS se trouve plongée dans la réflexion d’une situation d’impacte déjà remarquée dans la sociologie de Georges GURVITCH. On a signalé que, sous l’influence du développement étonnant des techniques de communication, nous sommes passés d’un coup d’oeil par les différents temps et échelles des temps appartenant a des civilisations, nations, types de sociétès et groupes divers. L’unité du temps s’y a t’elle revelée n’être qu’un mirage, d’aprés ce qui nous ont montré à la fois la philosophie (BERGSON) et la science (EINSTEIN). Il est resté clair que l’effet d’unifier les temps divergents en ensambles de temps échelonnés -dont l’absence rend impossible notre vie personnel, aussi bien que la vie des sociétés et, du même, notre orientation dans le monde- c’est une unité que ne nous a pas été donnée, mais s’agit’elle d’une unification a conquérir par l’effort human, y compris la lutte pour dominer le temps, lui diriger en quelque manière". #####- " Considerée par ses produits culturels dans le champ de la communication social et interindividuel, on peut voir l’internet sous le prisme d’un cercle interactive de lecture. À ce point de vue, et malgré ceux qui ont refusé la philosophie au marché , on retrouve la culture littéraire comme une valeur économique différente auprès des personnes qui aiment bien lire et écrire. Ces gens lá, comme nous, intéressés surtout aux connaissances universitaires, ils peuvent, alors, moyennant le e-livre e par courriel, s’approcher entre eux comme des auteurs et ses lecteurs, sans que, pour cela, on n’arrive a se transformer en des supports involuntaires de la culture de masse". #####- "S’ il est vrai que le procès de conception et production du matériel imprimé est en train d’être entièrement transformé par le biais de l’internet, comme on le sait , il ne peut plus avoir doute sur le fait que les premières versions du livre électronique (e-livre) aux dernières années du vingtième siécle, ont déjà signifiée que l’internet conduit surtout à la transformation du produit “livre traditionnel”. L’advent de la forme digitale a modifiée cet ancien produit culturel en lui même, en y supprimant son volume et, par lá, en libérant le lecteur pour exercer d’aprés sa convenance sa prérogative nouvelle de choisir s’il veut imprimer le texte en volume. Il y en a lá une liberté de laquelle on ne pouvais pas cogiter avant l’internet et ses outils. Comment on sait, “a la fin des années 1990, les technologies numériques nous ont donné l’e-book (livre numérisé), qui comporte lui-même plusieurs variantes, comme l’e-book audio, l’e-book braille ou l’e-book hypermédia. Le livre étant à l’origine un ensemble de feuilles imprimées, coupler “livre” avec “numérique” et “électronique” peut relever de l’hérésie si on s’en tient au livre en tant que support. Ceci reste néanmoins tout à fait acceptable si on considère le livre dans sa dimension éditoriale”. Selon le dictionnaire du NEF -www.etudes-francaises.net/dico/- “l’e-book est la version numérisée d’un livre, lisible sur un ordinateur, sur un PDA (Personal Digital Assistant) ou sur un appareil de lecture dédié. La lecture d’un e-book sous copyright nécessite un logiciel de lecture téléchargeable gratuitement, par exemple l’Adobe Reader, le Microsoft Reader, le Mobipocket Reader ou le Palm Reader. Un e-book du domaine public utilise les formats texte, HTML (HyperText Markup Language) et XML (eXtensible Markup Language), lisibles sur toute machine et toute plateforme. L’e-book est appelé aussi, de manière plus littéraire, livre numérique ou livre électronique. On comprendra bien le modéle de mes oeuvres en format e-book sous la notion suivante de littérature numérique : “Apparue avec le développement de l’internet, du web et des technologies numériques, la littérature numérique regroupe divers genres: site d’écriture hypermédia, roman multimédia, hyper-roman, nouvelle hypertexte, feuilleton hypermédia, et ,notamment, le mail-roman, etc”. Le mail-roman est créé au fur et à mesure par l’auteur et envoyé par courrier électronique à une liste de diffusion selon une périodicité déterminée. L’auteur peut prendre en compte les réactions et suggestions des lecteurs pour écrire la suite de l’histoire. Le premier mail-roman francophone est Rien n’est sans dire, de Jean-Pierre Balpe, paru pendant cent jours consécutifs au cours de l’été 2001. (Dictionnaire du NEF www.etudes-francaises.net/dico/)". ................................................................................................. ......................................................................................... |
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