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    November 02

    Psicologia e Sociologia

    O estudioso que leva a sério suas leituras sobre mudança social e exerce a reflexão sobre a sociedade industrial intrigado por essa cultura que não se individualiza, já terá anotado que frequentemente as estruturas sociais são estudadas desde o ponto de vista do sistema, como sujeitas à mudança somente nas posições relativas de grupos e classes, em conformidade aos padrões do capitalismo.

    Isto quer dizer que o problema da possibilidade mesma da estrutura resta à margem, sendo pouco estudados em sua especificidade os níveis que se diferenciam entre as superestruturas e a infra-estrutura, ou melhor, os níveis intermediários entre as obras de civilização e a base morfológica da sociedade. Neste ensaio ultrapassamos o ponto de vista do sistema e elaboramos a partir não de um posicionamento, mas da colocação em perspectiva sociológica do conhecimento1. Sustentamos que é improdutivo discutir problemas de estrutura social sem levar em conta a nítida consciência coletiva da hierarquia específica e referencial de uma unidade coletiva real, como o é a hierarquia das relações com os outros grupos e com a sociedade global ou, designada em modo mais amplo, a hierarquia das manifestações de sociabilidade, a qual só se verifica nos agrupamentos estruturados.

    Em acordo com Georges Gurvitch, constatada no fato de que todos os agrupamentos são estruturáveis, a possibilidade de uma estrutura se verifica em um só conjunto a partir da contraposição de grupo e estrutura, e não se confunde, pois não é nem estruturação, nem estrutura adquirida. Em um grupo nãoestruturado as relações com os outros grupos e com a sociedade global permanecem fluidas: é somente quando começa a estruturação que essas relações se tornam precisas, quer dizer, que se coloca toda uma série de questões a propósito de como o grupo se integra na sociedade global e da medida da sua tensão com os outros grupos. Portanto, levando à psicologia coletiva, alcança-se a compreensão de que há correlação funcional entre a estruturação e a tomada de consciência coletiva da hierarquia específica das formas de sociabilidade.

    Ou seja: com autonomia relativa em face dos conteúdos cognitivos produzidos na estruturação, surge para o sociólogo o complexo problema do caráter e dos critérios da consciência coletiva. Durkheim, por exemplo, negará que a exterioridade da consciência coletiva em relação à consciência individual possa ser interpretada como projeção da própria consciência coletiva no mundo exterior ou em imagens espacializadas tipo interação entre as consciências ou repetição; negará igualmente que a fusão dessas consciências coletiva e individual corresponda a uma síntese semelhante à química, como ele próprio o dirá.

    Enfim, os estudos reunidos na presente obra/e-Book visam mostrar como a psicologia coletiva se constitui em domínio da sociologia.

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    16 de febrero de 2008

    January 23

    Jacob (J.) Lumier: CRÍTICA DA CULTURA E COMUNICAÇÃO SOCIAL


    Websitio Produção Leituras do Século XX comunica:

    Novo trabalho de Jacob (J.) Lumier online junto à Web da OEI:


    "CRÍTICA DA CULTURA E COMUNICAÇÃO SOCIAL",
    e-book pdf 70 págs, OEI, Janeiro,2009

    ***

    Apresentação

    "Para uma Sociologia do Romantismo"

    Neste ensaio situamos a crítica da cultura pela análise do tradicional na modernização desenvolvida por Ernst Bloch nas antípodas de Max Weber.
    Comentamos a leitura sociológica do Gótico Tardio na Alemanha pondo em relevo a história social na experiência das insurgências camponesas dos
    séculos XV e XVI como vinculada à história das heresias cristãs.

    Tivemos em conta o interesse deste tema para a desmistificação da cultura de massa e da indústria cultural na atual voga de um romantismo chamado "Gothic", não somente considerado como "gosto do obscuro", mas indevidamente valorizado como "paixão das trevas", que teria nascido de uma visão fantasmagórica da Idade Média atribuída aos românticos como Novalis.

    Como se sabe, os simpatizantes do chamado "movimento gothic", que fez a fama de certos grupos do Rock’n’roll, vendo no romantismo do século XIX uma "reabilitação" da Idade Média e do seu imaginário misterioso, nos dirão que os românticos são os responsáveis pelo surgimento da "gothic novel" ou "romam noir", normalmente ambientados em castelos sombrios e ambientes tenebrosos.

    Paralelamente ao embelezamento do passado no cultivado "mistério da História", o romantismo literário do século XIX teria um "lado escuro"
    levando ao pessimismo, à loucura, aos sonhos, sombras, decomposição, queda, atração pelo abismo (trevas) e morte, bem como à urgência pela vida.

    Para os simpatizantes do gothic, no "dark side" do romantismo se encontrariam praticamente todos os elementos fantásticos que fascinam a
    indústria cultural e atingem certas camadas da juventude nos dias de hoje.

    Por contra, notando a ilegitimidade em valorizar o "lado escuro" do romantismo, nos agarramos ao ponto de vista de que toda a literatura afirma
    um horizonte, afirma a criação enlaçada à aspiração, de tal sorte que o Moyen âge do romantismo somente terá valor positivo uma vez integrado na
    historia da modernização, em especial na contradição não-contemporânea, de que nos fala Ernst Bloch.

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    June 27

    Educação para melhores políticas públicas.

    TERRA VIVA AMÉRICA LATINA deste 27 de Junho traz uma notícia sobre o problema de abastecimento de água no mundo que não nos deixa esquecer a importância de combinar a educação do homem para a convivência com a ação social e crítica por competentes políticas públicas.

    Leia o artigo integral.

    ***

    AGUA:
    La corrupción salpica a los más pobres
    Por Erkan Kaptan

    NACIONES UNIDAS (IPS) La escasez mundial de agua es, fundamentalmente, un problema de gobernanza que se arraiga, entre otros factores, en la corrupción, según un nuevo informe de la red Transparencia Internacional.

    Casi 1.200 millones de personas carecen de un abastecimiento constante de agua. Más de 2.600 millones viven sin instalaciones sanitarias adecuadas.
    Según el Informe Global sobre la Corrupción 2008, elaborado por Transparencia, el uso excesivo y la contaminación han convertido a los ecosistemas acuáticos en el recurso natural más degradado del mundo.
     El estudio, difundido en junio, pronostica que más de 3.000 millones de personas podrían vivir en países que sufren escasez de agua para 2025.
     
    Las consecuencias humanas de la crisis son devastadoras, y afectan fundamentalmente a mujeres y a pobres, agrega.
     
    Según el informe, alrededor de 80 por ciento de los problemas de salud se relacionan con la calidad del agua o con instalaciones sanitarias inapropiadas, y provocan la muerte de casi 1,8 millones de niños cada año, así como la pérdida de 443 millones de días de clase a quienes los sufren.
     
    Los Objetivos de Desarrollo de las Naciones Unidas para el Milenio, adoptadas por la Asamblea General del foro mundial en 2000, contemplan entre sus objetivos reducir a la mitad la proporción de personas que viven sin instalaciones sanitarias adecuadas, para 2015 respecto de los valores de 1990.
     
    Sin embargo, expertos opinan que esa meta y otros objetivos planteados no podrán alcanzarse si no se encara el problema de la corrupción.
     
    "No sólo afecta los objetivos referidos directamente al agua, sino otros aspectos como la tasa de alfabetismo", dijo Hakan Tropp, de la Red de Integridad del Agua. "Las niñas que deben caminar 10 kilómetros para obtenerla pierden tiempo que podrían dedicar a sus estudios."
     
    El estudio de Transparencia presta atención a varios sectores clave, el primero de los cuales es el manejo de los recursos hídricos, que contempla la preservación, sustentabilidad y uso equitativo de un elemento que carece de sustitutos.
     
    El informe destaca que la corrupción frecuentemente queda impune por la colusión entre el sector privado y elites poderosas.
     
    "Apenas 15 años atrás era legal en muchos países que una gran empresa dedujera de sus impuestos el costo de los sobornos pagados para obtener un contrato", dijo Donal O'Leary, asesor de Transparencia.
     
    En China, el empleo de sobornos para evitar el cumplimiento de las regulaciones ambientales determinó la contaminación de acuíferos en 90 por ciento de las ciudades, mientras que el agua de 75 por ciento de los ríos que atraviesan zonas urbanas no es apta para beber ni para la pesca.
     
    El estudio señala que la corrupción se encuentra a todo lo largo de la cadena de suministro de agua, desde el diseño de políticas y las asignaciones presupuestarias hasta los sistemas de facturación del servicio. Afecta a todos los países, ricos o pobres, y tanto al sector privado como a las empresas públicas.
     
    En los países ricos, la mayoría de los casos de corrupción se vinculan con la adjudicación de contratos para construir y operar la infraestructura municipal del servicio de agua, un mercado de 210.000 millones de dólares al año en América del Norte, Europa occidental y Japón.
     
    En el caso de las naciones en desarrollo, se estima que la corrupción eleva hasta 30 por ciento el costo de la conexión de una vivienda a la red de agua.
     
    "Tomando en cuenta la corrupción en el sector del agua y los costos asociados con el cambio climático, se estima que alcanzar los objetivos de desarrollo del milenio demandará 50.000 millones de dólares adicionales", afirmó la directora de Transparencia Internacional, Huguette Labelle.
     
    El informe también analiza el problema de la irrigación, que representa 70 por ciento del consumo mundial de agua y ayuda a producir 40 por ciento de los alimentos.
     
    Los sistemas de irrigación pueden ser monopolizados por grandes consumidores, advierte. En México, 20 por ciento de los productores rurales, los más ricos, reciben más de 70 por ciento de los subsidios para irrigación. La corrupción en esta área agrava la pobreza y la inseguridad alimentaria.
     
    Los proyectos hidroeléctricos, que requieren enormes volúmenes de inversión, estimados entre 50.000 y 60.000 millones de dólares anuales durante las próximas décadas, pueden ser un campo fértil para la corrupción en el diseño y ejecución de grandes represas en todo el mundo.
     
    El manejo del agua está considerado un tema eminentemente técnico en la mayoría de los países, señala el estudio, e involucra una gran cantidad de fondos públicos, lo que plantea un alto riesgo de corrupción.
     
    La inversión privada en el sector está en aumento en países que ya eran conocidos por su exposición a la corrupción. Proveedores informales continúan desempeñando un papel fundamental en el suministro de agua a los pobres y la corrupción en este servicio esencial afecta más a los más débiles.
     
    Sin embargo, cuando los gobiernos establecen mecanismos de rendición de cuentas la situación puede mejorar, indica el estudio.
     
    "En la ciudad india de Bangalore, en los últimos 10 años, se ha permitido a la población evaluar los servicios públicos y esto llevó a mejoras en el abastecimiento de agua y los servicios sanitarios. Esto demuestra que los ciudadanos pueden hacer algo, realizar acciones a nivel local", dijo Tropp.
     
    El informe advierte que la lucha contra la corrupción no debe alterar el estilo de vida de los pobres. Por ejemplo, erradicar a los proveedores informales eliminar una alternativa importante para que las personas de menores recursos tengan acceso al agua.
     
    En cambio, recomienda fortalecer la regulación del manejo y uso del agua, asegurando una competencia justa y sistemas de rendición de cuentas en la adjudicación de contratos. Asimismo, propone que se adopten mecanismos transparentes y participativos como principios rectores de la gobernanza en este sector. (FIN)
     

    June 21

    Cooperando para o desenvolvimento de Iberoamérica

    Visite minha página na Organizacion de Estado Iberoamericanos para la educación, la ciencia y la cultura - OEI
    Direitos Humanos e Direitos Sociais

    Direitos Humanos e Direitos e Sociais

    Notícia divulgada na WEB da OEI sobre o Artigo de Jacob (J.) Lumier
     publicado em página personalizada do Fórum Social Mundial 2008


    Observações sociológicas para o altermundialismo.


    Associando-se ao esforço de revalorização do Relatório 2008 da Anistia Internacional promovido pela Agencia de Notícias IPS e pela publicação Terra Viva América Latina, o presente artigo esclarece sobre a moralidade da defesa dos Direitos Humanos pondo em foco a dignidade moral da individualidade concreta.

    Alguns comentaristas ingênuos tecem críticas superficiais sobre a moralidade implícita na defesa dos Direitos Humanos alegando uma orientação abstrata, como se os movimentos pela promoção dos Direitos Humanos tivessem carência de realismo em suas campanhas.

    Deixando de lado aqueles comentários ostensivamente provocativos e maliciosos que visam somente lançar confusão para evitar o controle pela opinião pública das funções de autoridade, não será sem interesse acentuar algumas observações para sustentar que a dignidade moral implícita nos Direitos Humanos tem foco na individualidade concreta.

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    11 de junio de 2008

    May 14

    Psicologia e Sociologia: O Sociólogo como Profissional das Ciências Humanas - Jacob (J.) Lumier

    O estudioso que leva a sério suas leituras sobre mudança social e exerce a reflexão sobre a sociedade industrial intrigado por essa cultura que não se individualiza, já terá anotado que frequentemente as estruturas sociais são estudadas desde o ponto de vista do sistema, como sujeitas à mudança somente nas posições relativas de grupos e classes, em conformidade aos padrões do capitalismo.

    Isto quer dizer que o problema da possibilidade mesma da estrutura resta à margem, sendo pouco estudados em sua especificidade os níveis que se diferenciam entre as superestruturas e a infra-estrutura, ou melhor, os níveis intermediários entre as obras de civilização e a base morfológica da sociedade. Neste ensaio ultrapassamos o ponto de vista do sistema e elaboramos a partir não de um posicionamento, mas da colocação em perspectiva sociológica do conhecimento1. Sustentamos que é improdutivo discutir problemas de estrutura social sem levar em conta a nítida consciência coletiva da hierarquia específica e referencial de uma unidade coletiva real, como o é a hierarquia das relações com os outros grupos e com a sociedade global ou, designada em modo mais amplo, a hierarquia das manifestações de sociabilidade, a qual só se verifica nos agrupamentos estruturados.

    Em acordo com Georges Gurvitch, constatada no fato de que todos os agrupamentos são estruturáveis, a possibilidade de uma estrutura se verifica em um só conjunto a partir da contraposição de grupo e estrutura, e não se confunde, pois não é nem estruturação, nem estrutura adquirida. Em um grupo nãoestruturado as relações com os outros grupos e com a sociedade global permanecem fluidas: é somente quando começa a estruturação que essas relações se tornam precisas, quer dizer, que se coloca toda uma série de questões a propósito de como o grupo se integra na sociedade global e da medida da sua tensão com os outros grupos. Portanto, levando à psicologia coletiva, alcança-se a compreensão de que há correlação funcional entre a estruturação e a tomada de consciência coletiva da hierarquia específica das formas de sociabilidade.

    Ou seja: com autonomia relativa em face dos conteúdos cognitivos produzidos na estruturação, surge para o sociólogo o complexo problema do caráter e dos critérios da consciência coletiva. Durkheim, por exemplo, negará que a exterioridade da consciência coletiva em relação à consciência individual possa ser interpretada como projeção da própria consciência coletiva no mundo exterior ou em imagens espacializadas tipo interação entre as consciências ou repetição; negará igualmente que a fusão dessas consciências coletiva e individual corresponda a uma síntese semelhante à química, como ele próprio o dirá.

    Enfim, os estudos reunidos na presente obra/e-Book visam mostrar como a psicologia coletiva se constitui em domínio da sociologia.

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    Psicologia e Sociologia: O Sociólogo como Profissional das Ciências Humanas - Jacob (J.) Lumier


    16 de febrero de 2008

    March 08

    O ELEITOR NA DEMOCRACIA: VOTO OBRIGATÓRIO E VOTO FACULTATIVO.

    O ELEITOR NA DEMOCRACIA:

    VOTO OBRIGATÓRIO E VOTO FACULTATIVO.

    ARGUMENTOS E CONTRA-ARGUMENTOS

     

    Como se sabe, o voto na República é obrigatório há tempos, mas correspondia a uma estrutura social conhecida no Ocidente como “clientela política” ou “clientelismo”, na qual se premiava o eleitor que votava ao invés de estabelecer punição expressa ao que não comparecia. Os radicais dispositivos punitivos sobre o eleitor que aí estão são estranhos à tradição do voto clientelista, têm origem excepcional, adentram a segunda metade do passado século vinte e constituem inovação sem correspondência com a realidade social.

     

    (a1) – Da mesma maneira é falacioso o argumento que vincula a adoção do voto facultativo a um padrão mínimo de igualdade no acesso à informação ou igualdade socioeconômica para todos, não só porque afirma a imagem do desclassificado para um sujeito suposto privado de acesso aos valores sócio-econômicos desejáveis e escassos por definição, mas porque suprime a questão da liberdade e da motivação propriamente política no ato eleitoral e do ato eleitoral na Democracia, como componentes fundamentais para a formação da cidadania.

     

     

    (b) - Ademais é incontestável que o pacto político da República não se acomoda e repele qualquer fundação de fato ou de Direito na coação direta e expressa do eleitor por princípio, mais ainda se essa coação em sua desmesura vai até proibir-lhe votar nas eleições.         

     

    (c) - O argumento de que a votação massiva produz legitimidade é contestável, já que a qualidade universal do sufrágio não resulta simplesmente do comparecimento massivo do grande número em razão da autoridade burocrática, sem motivação política real e em detrimento da prática da liberdade política coletiva, cujo exercício em ato é requerido no regime do voto voluntário ou facultativo, o qual, este sim inclui a motivação política imprescindível à obtenção da universalidade do sufrágio como diretriz de política pública.

     

    (c.1) - A obrigatoriedade do voto em um sistema institucional democrático, vista no paradoxo que a constitui, permanece uma imposição punitiva que por sua vez é negação em primeiro grau, revelando-se uma penalização que nega em fato o reconhecimento da capacidade política do eleitor em produzir tendência política pública como escala de valores, critérios e estilo nas relações com as instâncias constituídas. Ao invés de produzir legitimidade induz a um círculo vicioso descaracterizando qualquer tendência política pública pela ampla disparidade das escolhas a que é levado o eleitor coagido em relação a candidatos, chapas, programas, posturas sem par que elege.

     

     

    February 26

    AL GORE CONTRA O AQUECIMENTO GLOBAL.

    UNA VERDAD INCÓMODA.
    Tecle no link e assista ao vídeo de AL GORE com texto em castelhano

    February 17

    VOTO CONSCIENTE

     
    Neste ano de 2008 haverá eleição no Brasil. Estou promovendo o voto consciente através de uma enquête no blog COMUNICAÇÃO E DEMOCRACIA. Todos estão convidados a visitar o blog e a deixar sua escolha na urna da enquête sobre a adoção do voto facultativo na democracia brasileira. É só uma opinião e não é preciso login.

    Muita gente vota nas eleições sem nunca haver considerado sua posição sobre o voto que está exercendo por imposição, nem ter pensado que o voto pode ser facultativo e pode ser distrital. Vamos incentivar a informação e a reflexão sobre a liberdade de voto na democracia. Acesse a urna e aumente o número de participantes na enquête.

    Lembre-se que o blog COMUNICAÇÃO E DEMOCRACIA tem caráter público com acesso irrestrito, e que ao deixar a sua escolha na urna já está promovendo a formação de opinião pública sobre o voto e a democracia para as próximas eleições que se aproximam.

    Aliás, não é outra a função de uma enquête sobre assunto de interesse público. Não se trata de marketing e ninguém vai tirar proveito particular desta enquête que é controlada pelo sistema Google e limitada aos utilizadores da Internet que visitam o Blogger. No final da enquête que será encerrada em Outubro farei uma postagem em percentual dos resultados e os divulgarei.

    O formulário da enquête é o seguinte:

    “O VOTO FACULTATIVO

    DEVE SER IMPLANTADO NA DEMOCRACIA BRASILEIRA ?”

    Marque abaixo sua opção na janela que se segue ,

    escolhendo uma dentre as alternativas (a), (b), (c), (d), (e) seguintes :

    a)-NÃO SEI;

    b)-SIM;

    c)-NÃO;

    d)-SIM, MAS JUNTO COM O VOTO DISTRITAL;

    e)-NÃO, DESDE QUE SE IMPLANTE O VOTO DISTRITAL

     

    Acesse o Blog Comunicação e Democracia 




    .

    February 12

    O FÓRUM SOCIAL MUNDIAL E A INTERNET

    A primeira tarefa de quem deseja que exista comunicação e informação é escutar as pessoas. Nisto reside a primeira diferença fundamental com o sistema informativo comercial. Nesse não se trata de escutar, mas de se fazer escutar pelas pessoas. É um sistema vertical, no qual os que transmitem, pouco importa se pela imprensa escrita ou por meios eletrônicos, buscam que os cidadãos escutem e aceitem o que é transmitido.

    Hoje chegamos a uma situação sem precedentes, em que o leitor é um mercado. Busca-se que ele escute, não que enxergue. A tarefa dos que estão neste trabalho e participam do caminho do FSM, pelo contrário, é escutar o que venha da infinidade de manifestações ao redor da Terra e saibam fazer de seus conteúdos e chamados as contribuições a nosso debate e a nossas buscas. É por isso que o tema da comunicação é um tema vital para o crescimento e força do movimento.

    O formato descentralizado do FSM transportou a edição 2008 para o território da comunicação, embora sem as grandes tecnologias para transmissões simultâneas ou recursos para montar escritórios de imprensa nos continentes. E ao mesmo tempo existe um trabalho mundial de comunicação sendo feito, capaz de articular entrevistas coletivas simultâneas.

    Em que se baseia essa comunicação?


    As novas tecnologias de comunicação têm uma natureza contraditória. Mesmo que graças a elas se tenham criado corporações milionárias, e homens de riquezas sem precedentes, como Bill Gates, o êxito comercial dessas empresas se baseia no acesso e, portanto, na participação de um número sempre maior de pessoas.

    É emblemática a diferença entre Bill Gates e Rupert Murdoch. As novas tecnologias permitem criar alianças que a informação nunca sonhou em estimular.

    Não é por acaso que em Beijing, na Conferência Mundial da Mulher, os governos perderam o controle frente à plataforma das mulheres reunidas em alianças e organizações não-governamentais. Isto aconteceu porque centenas de organizações de mulheres, intercambiando entre si, chegaram a Beijing muito mais preparadas que as delegações governamentais.

    O acesso [à rede Internet] aumentou, mesmo que continue desbalanceado entre o Norte e o Sul e por renda econômica. Isto permitiu que o primeiro Fórum Social Mundial visse chegar, não as 20 mil pessoas esperadas na hipótese mais otimista, e sim mais de 70 mil participantes. A grande diferença deveu-se à Internet, com a qual se conseguiu que, em poucos meses, milhares de pessoas soubessem da convocatória de Porto Alegre e, sempre graças à Internet, começaram seu processo de participação.

    Sem internet, a mobilização deste ano seria um desastre. Teríamos atividades apenas nos países em que há gente do Conselho Internacional do FSM. No entanto, existem atividades onde sequer há cidadãos que tenham participado de alguma edição. São pessoas que se somaram ao movimento pela Internet, que se sentem parte do processo do FSM.

    O desafio de nossa comunicação é poder recolher todo este grande pulmão de um novo renascimento mundial. Para isso, a existência de um mecanismo de intercâmbio, como a Ciranda, de trabalho informativo para a base, como Amarc, ou de criaçao e distribuição de notícias, como Inter Press Service, e níveis regionais como Alai, foram estimulados pelo caminho de participação que o FSM significa.

    Existem centenas de publicações, associações, rádios e TVs, assim como milhares de jornalistas que se reconhecem no espaço ideal do FSM. É certamente um dos maiores déficits do processo não termos sabido articular e fortalecer esta realidade rica e forte do panorama informativo.

    Assim, continua aberto o desafio de aumentar o intercâmbio e a comunicação entre as centenas de milhares de organizações que são a base ética e humana do processo. A comunicação até agora tem sido a gata borralheira do FSM. Basta dizer que todo o processo de informação e comunicação, de mobilização mundial, custou cerca de 100 mil dólares, algo que para Murdoch é uma cifra de cartão de crédito.
    ***

    Fonte: Engajamento ao FSM reflete diversidade e resistência. Entrevista por Ciranda.net , publicado na Revista Fórum, link
    http://www.revistaforum.com.br/sitefinal/NoticiasIntegra.asp?id_artigo=1748
     
    January 21

    Fórum Social Mundial

     
    DIVULGUE O FÓRUM SOCIAL MUNDIAL 2008
     
     
     
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    Fórum Social Mundial 2008

     

    FÓRUM SOCIAL MUNDIAL -FSM / WORLD SOCIAL FORUM -WSF

    Boletín FSM

    El 18 de Enero de 2008

    Índice

    Una semana para el Día de Acción Global - Participe en esta jornada
        1) Dentro de una semana, la Humanidad se reunirá para exigir y demostrar que otro mundo es posible.
        2) Cómo obtener la mejor experiencia utilizando el www.wsf2008.net
        3) wsf2008.net como un espacio colectivo
        4) Creando una memoria colectiva del Día de Acción Global
        5) Ayude al equipo de prensa al proveernos con contactos de los organizadores de acciones para entrevistas
        6) Alrededor del mundo, centenas de acciones



    1) Dentro de una semana, la Humanidad se reunirá para exigir y demostrar que otro mundo es posible.

    El Día Global de Acción y Movilización está llegando. A la vez que el 26 de enero se aproxima, el número de participantes de la jornada internacional del FSM 2008 también crece. Hombres y mujeres de todas las partes del mundo estarán en las calles, promoviendo discusiones, protestas, conciertos musicales, exhibiciones de video y muchas otras actividades para demostrar que otro mundo es posible y necesario.

    Más de 430 acciones en 85 países ya han sido presentadas en el www.wsf2008.net. Comenzando por derechos humanos hasta un medio ambiente sostenible, de clases de fotografía y plantío de árboles hasta acciones contra cadenas de comida rápida y poder corporativo, desde la instalación de softwares libres hasta fiestas y videoconferencias: el mundo reivindicará el fin del imperialismo, sexismo, colonialismo y cualquier forma de opresión durante el 26 de enero.

    Si Ud. no ha presentado su actividad para el Día Global de Acción y Movilización, todavía tiene tiempo. Organice su grupo o movimiento, establezca una agenda, discuta temas de enfoque local, presente una acción en el sitio www.wsf2008.net y demostre al mundo sus demandas, propuestas e ideas.

    Leia mais: http://www.wsf2008.net/es/place/794 


     

    3) wsf2008.net como un espacio colectivo

    La página wsf2008.net no es sólo una grande base de datos resaltando acciones editadas por algunos organizadores, sino un lugar donde millares de participantes pueden reunirse, conocer centenas de espacios de acción e interactuar de varias formas colaborando en acciones que contarán con su participación.

    Hacer el wsf2008.net una página web animada y poblada depende de Ud.!

    - Usuarios registrados pueden “recomendar la página web a amigos” (en la pantalla a la derecha) al proveer con direcciones de correo electrónico y escribir una pequeña invitación;
    - Usuarios registrados pueden acceder a una página de acción (haga clic en el mapa o en la lista de países, seleccione una acción de la lista o globo) y hacer clic en “inscribirse, ingresar y contribuir” para tener acceso a un espacio de acción.
    - Cualquier participante en un espacio de acción puede contribuir escribiendo un comentario o contestando a un comentario (haga clic en “adicionar comentario” en el botón del documento)
    - Cualquier participante en un espacio de acción puede enviar un mensaje (haga clic en “crear mensaje”) que será recibido por otros participantes de este espacio de acción
    - Cualquier participante puede iniciar un wiki o página web en la que todos pueden editar documentos de una manera constructiva. Cuando edite una página wiki, no se olvide de solicitar una notificación sobre cualquier modificación que otras personas hagan en las páginas de su interés.
     
     
    6) Alrededor del mundo, centenas de acciones
    Vea abajo una sinopsis de acciones presentadas recientemente en el www.wsf2008.net. Ud. puede ver todas las acciones en http://www.wsf2008.net/es/view/actions o una recopilación de acciones en http://www.wsf2008.net/es/node/3974.

    Saiba Mais: http://www.wsf2008.net/es/place/794 
     
    Oficina FSM - Brasil
    Dirección: Rua General Jardim, 660, 7º piso, São Paulo - SP- Brasil, Código Postal: 01223-010
    Site: www.forumsocialmundial.org.br

    Boletín FSM
    Traducción/colaboración: Carolina Araújo / Sofia Jarrin

    Si deseas recibir el Boletín FSM, por favor envía un mensaje para gerente@forumsocialmundial.org.br con el Asunto "SUSCRIPCIÓN".

    December 04

    Fórum Social Mundial - FSM (WSF)

     
     

    Boletín FSM 1º de octubre de 2007

    Llamado a un Día de Movilización y Acción Global - 26 de enero 2008

    Somos millones de mujeres y hombres,
    organizaciones, redes, movimientos y sindicatos de cada rincón del planeta,
    aldeas y regiones, zonas rurales y centros urbanos
    de todas las edades, pueblos, culturas y creencias
    unidos y unidas por la firme convicción de que


    OTRO MUNDO ES POSIBLE

    Con toda nuestra pluralidad, diversidad y riqueza de alternativas y propuestas luchamos contra el neoliberalismo, la guerra, el colonialismo, el racismo y el patriarcado que generan violencia, explotación, exclusión, pobreza, hambre, desastre ambiental y negación de los derechos humanos.

    Llevamos muchos años de resistencia y de construcción de procesos innovadores, de nuevas culturas de organización y acción, de lo local a lo global, en particular, desde el proceso y la Carta de Principios del Foro Social Mundial del cual emerge esta llamada.

    Concientes de la necesidad de construir nuestra agenda propia y de aumentar el impacto de estas miles de expresiones y manifestaciones nos comprometemos a reforzar la solidaridad y las convergencias entre nuestras luchas, campañas, construcciones de alternativas y alianzas. 

    Nos comprometemos a una Semana de Acción
    que culminará en un Día de Movilización y Acción Global el día 26 de enero del 2008

    Invitamos a que todas y todos, dentro de la diversidad que es nuestra fuerza, realicen creativamente en esta fecha acciones, actividades, eventos y convergencias sobre temas y en formas que les son propios.

    ¡ACTUEMOS JUNTAS Y JUNTOS POR OTRO MUNDO!Acceda al sitio web http://www.wsf2008.net/  para firmar el llamado, ver una breve historia del día de movilización y acción global y para saber  cómo participar de su preparación.



    Oficina del FSM - Brasil
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    October 09

    BUSCADOR SPECIAL PARA AUTORES E TERMOS DE SOCIOLOGIA

     

     PESQUISAR SOCIOLOGIA EM BUSCADOR ESPECIAL 

     VEJA AS RELAÇÕES DE AUTORES E TERMOS DE SOCIOLOGIA E PESQUISE NO BUSCADOR ESPECIAL.

     

    Autores e termos em ordem alfabética

    RELAÇÃO ITEM "A"  :

         Autores e termos em ordem das letras A até K       

                                       

      RELAÇÃO ITEM "B"  :

     Autores e termos em ordem das letras L até W

    ***

    September 20

    GREENPEACE Y LA ENERGÍA NUCLEAR

     
     

    Una energía insostenible e ineficaz frente al cambio climático.

    En julio de 2001, en la Cumbre de Bonn del Convenio Marco de Protección del Clima, la energía nuclear quedó excluida de los mecanismos del Protocolo de Kioto, que regula las políticas y medidas para combatir el cambio climático.

    Esta decisión supuso un varapalo para la industria nuclear, que había puesto sus esperanzas en exportar su tecnología a los países en vías de desarrollo al amparo de los mecanismos financieros previstos en este Protocolo. La puerta que vislumbraba para superar varias décadas de continuado declive a nivel global, finalmente no llegó a abrirse.
     
    Las razones de ese declive son bien conocidas. En primer lugar, la energía nuclear es peligrosa. La tragedia de Chernóbil puso punto final al debate sobre la seguridad de las centrales nucleares.

    En segundo lugar, la industria atómica no ha sido capaz de encontrar una solución satisfactoria al inmenso problema que supone generar residuos radioactivos cuya vida activa se cuenta en decenas de miles de años (un claro ejemplo de su insostenibilidad).

    En tercer lugar, la energía nuclear ha perdido la batalla de la competitividad económica en unos mercados energéticos cada vez más liberalizados. Vista la experiencia en EE.UU., la prestigiosa revista Forbes calificó a la energía nuclear como “el mayor fiasco en la historia económica norteamericana”. Así mismo, el Banco Mundial y otros bancos multilaterales no financian desde hace tiempo proyectos nucleares, por no ser una opción eficiente en coste.

    Pero, si como hemos visto, hasta el Protocolo de Kioto considera que la energía nuclear no cumple los requisitos necesarios para ejercer un papel significativo en la lucha contra el cambio climático, ¿cómo debemos entender la reciente irrupción de artículos y opiniones a favor de un resurgimiento de la energía nuclear para hacer frente a este fenómeno?.

    Es un intento desesperado de supervivencia. Ante las escasas perspectivas de negocio, la industria nuclear se ha planteado dos objetivos. Por un lado, procurar a toda costa mantener en operación las centrales nucleares actualmente en funcionamiento, aunque éstas estén plagadas de graves problemas de seguridad, para lo cual le resulta indispensable conseguir la connivencia de los organismos reguladores (como es el caso en España con el Consejo de Seguridad Nuclear, CSN, organismo de dudosa independencia y opaco donde los haya, y necesitado de una profunda reforma legal, como ha evidenciado el reciente escándalo de la central tarraconense de Vandellós-2, asunto que ha provocado que la Presidenta del CSN haya tenido que reconocer que el Consejo permitió que esta central nuclear operara con “aumento de riesgo”). Presionando a la opinión pública y a los responsables políticos con el pretexto del cambio climático para que se construyan nuevas centrales, esta industria espera lograr que, al menos, no se cierren las existentes, aunque éstas se encuentren en un pésimo estado como la de Santa María de Garoña, en Burgos.

    En segundo lugar, tratar de hundir cualquier intento serio de implantación de las energías renovables, su antítesis energética. Para ello el lobby nuclear, haciendo un ejercicio de suma hipocresía, no cesa de transmitir el mensaje de que las renovables no son rentables y que habrá que esperar muchas décadas para que estén disponibles. Otra de sus líneas es la de propiciar políticas energéticas que minimicen la aportación de las renovables; de hecho, históricamente la industria nuclear ha logrado acapar el grueso de las inversiones en I+D en energía (aunque de esta manera han caído, mayormente, en saco roto). “Energía nuclear hoy, energía solar mañana”, la versión del lobby nuclear del “vuelva usted mañana” de Larra. A pesar de todas las dificultades, la energía eólica y la solar están tecnológicamente maduras.

    Afortunadamente, la solución eficaz al cambio climático existe: un modelo energético sostenible cuyo eje fundamental sea las energías limpias (renovables y tecnologías de ahorro y eficiencia). Aplicadas en todos los ámbitos -generación de electricidad, transporte,....- pueden lograr reducir de forma efectiva (incluso en términos económicos) las emisiones de CO2. Las inversiones dirigidas a promover la eficiencia energética son siete veces más efectivas que las dirigidas a la energía nuclear a la hora de evitar emisiones de CO2.

    Incluso obviando el incremento del riesgo de accidentes y del desvío potencial de materiales nucleares para usos terroristas, el aumento del volumen de residuos radiactivos, etc., sustituir a escala mundial todos los usos de los combustibles fósiles por energía nuclear sería prohibitivo desde el punto de vista económico, dados sus elevados costes (la construcción de una central de 1.000 Megavatios ronda los 3.000 millones de euros). Sería imposible financiar económicamente una expansión masiva de la energía nuclear para combatir el cambio climático. Por el contrario, se estima que la transición a un sistema basado en energías limpias tendría un coste de menos del 5% del PIB lo que, a la vista de los daños que presumiblemente ocasionará el cambio climático, sería perfectamente asumible.

    La energía nuclear sólo ha sido capaz de sobrevivir en los países donde ha contado con fuertes subsidios estatales y con apoyo político cuando surgían los problemas financieros. Este ha sido durante mucho tiempo el caso de España, donde se han trasladado a la tarifa eléctrica (que pagamos los ciudadanos) todas las ineficiencias económicas de la energía nuclear: desde el coste de la minería del uranio hasta el de la gestión de los residuos radiactivos y el desmantelamiento de las instalaciones. Y aún así, las compañías eléctricas, que se mueven en un mercado liberalizado donde ya no existen moratorias nucleares de tipo político, no han solicitado la construcción de ninguna nueva central nuclear. Sin duda son conscientes de la enorme deuda que les provocó la construcción de las centrales nucleares existentes y los costes hundidos que ello generó (miles de millones de euros que también pagamos todos a través de la tarifa, bajo el concepto de “Costes de Transición a la Competencia”).

    Abandonar la energía nuclear es una cuestión de voluntad política, no hay ningún problema técnico, energético o económico que lo impida. Es lo deseable desde la óptica ciudadana y medioambiental. El actual Gobierno socialista y el propio Presidente Zapatero se han comprometido con los ciudadanos en este sentido, tanto en el programa electoral como ante el Congreso, en diversas ocasiones, como en el discurso de investidura del Presidente.

    Si de verdad el Gobierno desea crear un modelo energético sostenible que permita cumplir con los compromisos de Kioto, debe poner en marcha, cuanto antes, un plan de cierre progresivo de las centrales nucleares, empezando por las más peligrosas, como Garoña, e impulsar decididamente las energías limpias.

    Si no lo hace, no sólo estará incumpliendo sus promesas y por tanto engañando a los ciudadanos, sino cometiendo un grave error económico, medioambiental y social.
     

    MEIO AMBIENTE

     

     Greenpeace

    Cyberactions

    En participant à nos cyberactions, vous participez activement à nos campagnes. Merci !

     

    Pour une informatique plus verte, lancez votre défi à l'industrie !

    Plusieurs leaders de l'informatique se sont aujourd'hui engagés à éliminer certains ingrédients nocifs pour l'environnement et la santé de leurs produits. Mais pas avant la fin 2008 (Apple), voire 2009 (Dell, Lenovo, Acer).

    Ecrivez aux PDG de HP, Dell, Sony, Lenovo, Apple, Fujitsu Siemens, Acer, Toshiba, et invitez-les à faire de leur entreprise une pionnière de l'écoconception en commercialisant un ordinateur vierge des substances chimiques les plus préoccupantes.

    ·      GreenpeaceSignez la pétition !

     
    September 02

    Press Release

     
     

    Portal Domínio Público recebe certificado de qualidade

     

    O portal Domínio Público do Ministério da Educação (MEC) recebeu no dia 31 de Maio passado, em São Paulo, o certificado de qualidade do Prêmio de Excelência em Informática Pública 2007. Compartilhar conhecimentos colocando à disposição uma biblioteca virtual que visa ser referência para professores, alunos, pesquisadores e a população em geral é o papel do portal Domínio Público, organizado pela Secretaria de Educação a Distância (Seed/MEC). O portal se destaca como ferramenta de acesso à cultura e à educação em um contexto dominado por ferramentas de gestão. Comenta-se que essa premiação pelo Congresso de Informatização Pública (Conip) é uma oportunidade de ampliar a visibilidade do portal no âmbito das tecnologias da informação e comunicação aplicadas aos serviços públicos. A política de livre acesso ao conhecimento é estratégica quando se discute a universalização do acesso à internet. Lançado em novembro de 2004, o Portal Domínio Público reúne 42 mil obras cadastradas, conta mais de três milhões de visitas e promove o acesso a obras literárias, artísticas e científicas em formato de som, texto, vídeo e áudio já em domínio público e a obras que tenham a devida licença por parte dos titulares dos direitos autorais.

    http://portal.mec.gov.br

    August 13

    Sociologia e História

     
     

     

    Linhas para a Sociologia do Saber Histórico

     

    Por

    Jacob (J.) Lumier

    Fragmentos extraídos de Leitura da Teoria de Comunicação Social desde o ponto de vista da Sociologia do Conhecimento

     (Ensaio, 338 págs.) Internet, E-book, PDF, 2007,L’UTOPIE NÉGATIVE DANS LA SOCIOLOGIE DE LA LITTÉRATURE: ARTICLES AU TOUR DE MARCEL PROUST REDIGÉS EN PORTUGAIS.

    http://www.oei.es/salactsi/conodoc.htm

    http://www.oei.es/salactsi/lumniertexto.pdf

     

    A grande tentação que espreita a ciência da história é a “predição do passado”, a qual se converte comumente em projeção dessa predição no futuro.

     

     

     

    Ø      Para apreciar a diferença entre tempo sociológico e tempo histórico é preciso distinguir a realidade estudada, o método aplicado a esse estudo e o objeto que resulta da conjugação de realidade e método.

    Ø      O caráter histórico de uma realidade social é múltiplo, havendo graus de percepção de que a ação humana concentrada pode mudar as estruturas e permitir revoltas contra a tradição (graus de prometeísmo). 

    Ø      Expresso na historiografia o saber histórico se concentra exclusivamente sobre a realidade histórica, acentuando muito o primado das sociedades globais como sujeitos “fazendo história”.

    Ø      Por sua vez, a sociologia salienta “o complexo jogo” entre as escalas do social que se pressupõem uma a outra, quer dizer: procura confrontar a realidade histórica com “os planos sociais não-históricos ou pouco históricos”, como o são os elementos microssociais e grupais, respectivamente. 

    Ø      Sobressai que as manifestações prometeicas da realidade social são as que menos se prestam à unificação, registrando-se aqui um segundo foco de tensão com os historiadores, já que estes tendem para uma unificação muito intensa da realidade social, enquanto o sociólogo reconhece a resistência da realidade histórica à unificação, facilmente verificada no conflito de versões.  Por isso o sociólogo busca acentuar a diferenciação e a diversificação, que considera muito ativada pelos planos sociais em competição. 

    Ø      O caráter muito mais continuísta do método histórico se observa na medida em que a história, como ciência, “é conduzida a vedar as rupturas, a lançar pontes entre diversas estruturas", o que é uma manifestação do pensamento ideológico (Ver, Gurvitch, Georges: A Vocação Atual da Sociologia, vol.II”).

    Ø      Portanto, será mediante a crítica o continuísmo do método histórico que se apontam algumas direções para uma sociologia do saber histórico.

    Ø      O historiador busca “a luz unitária” que é do saber histórico, mas que não se encontra na realidade histórica.

    Ø      O saber histórico se beneficia do tempo já decorrido, mas reconstruído e tornado presente, de tal sorte que a explicação pela causalidade histórica singular intensifica a singularidade, estreitando as relações entre causa e efeito, tornando-as mais contínuas e por isso mais certas.

    Ø      Daí a razão da crença exagerada na força do determinismo histórico.

    Ø      Segundo GURVITCH, por contra, observando a realidade histórica, nota-se que a multiplicidade dos tempos especificamente sociais é aqui acentuada por suas ligações com o prometeismo. 

    Ø      Quer dizer, a realidade histórica dá privilégio ao tempo descompassado, ao tempo avançado sobre si mesmo, ao tempo de criação, seriamente limitados, todavia, pelo tempo de longa duração e o tempo em retardamento.

    Ø      No saber histórico, por sua vez, esses tempos históricos reais são reconstruídos segundo o pensamento ideológico do historiador, “quem é tentado a escolher alguns desses tempos em detrimento dos outros”.

    Ø      É por meio do saber histórico que as sociedades são arrastadas a reescrever sem cessar sua história, “sempre tornando o tempo passado simultaneamente presente e ideológico” (ib.ibidem). 

    Ø      Os tempos decorridos e restaurados pela história, assim o são segundo “os critérios das sociedades, das classes ou dos grupos que são contemporâneos aos historiadores”. 

    Ø      GURVITCH insiste que a multiplicidade dos tempos que enfrenta o historiador, assim como sua“unificação exagerada”, não é tanto a da realidade histórica, mas a de “reconstruções variadas”.   

    Ø      Então, essa segunda multiplicidade e essa segunda unificação reduzem-se a interpretações múltiplas da continuidade dos tempos.  

    Ø      Pertencendo a diferentes sociedades, classes ou grupos, os historiadores não conseguem ressuscitar os tempos escoados senão à custa da projeção do seu presente no passado que eles estudam.

    Ø      Nota-se duas inferências:

    Ø      - Que os historiadores não podem atingir essa projeção do seu presente no passado que estudam sem supor uma continuidade e uma unidade entre as diferentes escalas de tempos próprios às diversas sociedades;

    Ø      Decorrendo daí (b) - que a grande tentação que espreita a ciência da história é a “predição do passado”, a qual se verte comumente em projeção dessa predição no futuro.

    Ø      Quanto aos tempos sociais propriamente ditos, se encontram e se debatem nas diferentes camadas ou níveis em profundidade da realidade social estudada em sociologia e, no dizer de GURVITCH, nas oposições entre os elementos não-estruturais, estruturáveis e estruturados. 

    Ø      O tempo social é caracterizado pelo máximo de significações humanas que nele se enxertam e pela sua extrema complexidade, levando à variabilidade particularmente intensa da hierarquia de tempos sociais.

    Ø      Há uma dialética levando ao esclarecimento do conceito de tempo e outra dialética levando ao esclarecimento do conceito de social:

    Ø      A primeira é a dialética entre sucessão e duração, continuidade e descontinuidade, instante e homogeneidade (a multiplicidade dos tempos, a escala dos determinismos e as realidades por eles regidas estão na mesma situação de intermediários entre os contrários complementares);

    Ø      A segunda é a dialética tridimensional, a dialética entre o microssocial, o grupal e o global, constituindo a dinâmica do fenômeno social como um todo.

    Ø      No esforço das sociedades históricas para unificar os tempos sociais, a direção do tempo pode conduzir aos graus mais intensos da liberdade humana, que então comanda os determinismos sociológicos caso aquele esforço seja favorável à predominância (a) - do tempo em avanço sobre si mesmo, onde o futuro se torna presente; ou, (b) - do tempo explosivo dissolvendo o presente na criação do futuro imediatamente transcendido (cf. “Determinismos Sociais e Liberdade Humana”; ver também “A Vocação Atual da Sociologia”, vol.II, já citada).

    Ø      Será a utilização dessa conceituação sociológica prévia dos tempos sociais pela análise que porá em relevo a sua realidade, as maneiras de tomar consciência dessa realidade dos tempos, e no dizer de GURVITCH porá em relevo os esforços empregados nos quadros sociais estruturados a fim de dispor esses tempos numa escala hierarquizada e assim os dirigir.

     

     

                                                               ©2007 Jacob (J.) Lumier