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OBRAS DE JACOB (J.) LUMIER

AUTOR PUBLICADO NA O.E.I. (Organización de Estados Iberoamericanos para la educación, la ciencia y la cultura ) e no Portal MEC.br (Ministério da Educação e Cultura).

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Jacob (J.) Lumier

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OEI _ Ciencia y universidad

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Vida social, militâncias, posicionamentos diversos.
Sociologia
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November 02

Psicologia e Sociologia

O estudioso que leva a sério suas leituras sobre mudança social e exerce a reflexão sobre a sociedade industrial intrigado por essa cultura que não se individualiza, já terá anotado que frequentemente as estruturas sociais são estudadas desde o ponto de vista do sistema, como sujeitas à mudança somente nas posições relativas de grupos e classes, em conformidade aos padrões do capitalismo.

Isto quer dizer que o problema da possibilidade mesma da estrutura resta à margem, sendo pouco estudados em sua especificidade os níveis que se diferenciam entre as superestruturas e a infra-estrutura, ou melhor, os níveis intermediários entre as obras de civilização e a base morfológica da sociedade. Neste ensaio ultrapassamos o ponto de vista do sistema e elaboramos a partir não de um posicionamento, mas da colocação em perspectiva sociológica do conhecimento1. Sustentamos que é improdutivo discutir problemas de estrutura social sem levar em conta a nítida consciência coletiva da hierarquia específica e referencial de uma unidade coletiva real, como o é a hierarquia das relações com os outros grupos e com a sociedade global ou, designada em modo mais amplo, a hierarquia das manifestações de sociabilidade, a qual só se verifica nos agrupamentos estruturados.

Em acordo com Georges Gurvitch, constatada no fato de que todos os agrupamentos são estruturáveis, a possibilidade de uma estrutura se verifica em um só conjunto a partir da contraposição de grupo e estrutura, e não se confunde, pois não é nem estruturação, nem estrutura adquirida. Em um grupo nãoestruturado as relações com os outros grupos e com a sociedade global permanecem fluidas: é somente quando começa a estruturação que essas relações se tornam precisas, quer dizer, que se coloca toda uma série de questões a propósito de como o grupo se integra na sociedade global e da medida da sua tensão com os outros grupos. Portanto, levando à psicologia coletiva, alcança-se a compreensão de que há correlação funcional entre a estruturação e a tomada de consciência coletiva da hierarquia específica das formas de sociabilidade.

Ou seja: com autonomia relativa em face dos conteúdos cognitivos produzidos na estruturação, surge para o sociólogo o complexo problema do caráter e dos critérios da consciência coletiva. Durkheim, por exemplo, negará que a exterioridade da consciência coletiva em relação à consciência individual possa ser interpretada como projeção da própria consciência coletiva no mundo exterior ou em imagens espacializadas tipo interação entre as consciências ou repetição; negará igualmente que a fusão dessas consciências coletiva e individual corresponda a uma síntese semelhante à química, como ele próprio o dirá.

Enfim, os estudos reunidos na presente obra/e-Book visam mostrar como a psicologia coletiva se constitui em domínio da sociologia.

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16 de febrero de 2008

January 23

Jacob (J.) Lumier: CRÍTICA DA CULTURA E COMUNICAÇÃO SOCIAL


Websitio Produção Leituras do Século XX comunica:

Novo trabalho de Jacob (J.) Lumier online junto à Web da OEI:


"CRÍTICA DA CULTURA E COMUNICAÇÃO SOCIAL",
e-book pdf 70 págs, OEI, Janeiro,2009

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Apresentação

"Para uma Sociologia do Romantismo"

Neste ensaio situamos a crítica da cultura pela análise do tradicional na modernização desenvolvida por Ernst Bloch nas antípodas de Max Weber.
Comentamos a leitura sociológica do Gótico Tardio na Alemanha pondo em relevo a história social na experiência das insurgências camponesas dos
séculos XV e XVI como vinculada à história das heresias cristãs.

Tivemos em conta o interesse deste tema para a desmistificação da cultura de massa e da indústria cultural na atual voga de um romantismo chamado "Gothic", não somente considerado como "gosto do obscuro", mas indevidamente valorizado como "paixão das trevas", que teria nascido de uma visão fantasmagórica da Idade Média atribuída aos românticos como Novalis.

Como se sabe, os simpatizantes do chamado "movimento gothic", que fez a fama de certos grupos do Rock’n’roll, vendo no romantismo do século XIX uma "reabilitação" da Idade Média e do seu imaginário misterioso, nos dirão que os românticos são os responsáveis pelo surgimento da "gothic novel" ou "romam noir", normalmente ambientados em castelos sombrios e ambientes tenebrosos.

Paralelamente ao embelezamento do passado no cultivado "mistério da História", o romantismo literário do século XIX teria um "lado escuro"
levando ao pessimismo, à loucura, aos sonhos, sombras, decomposição, queda, atração pelo abismo (trevas) e morte, bem como à urgência pela vida.

Para os simpatizantes do gothic, no "dark side" do romantismo se encontrariam praticamente todos os elementos fantásticos que fascinam a
indústria cultural e atingem certas camadas da juventude nos dias de hoje.

Por contra, notando a ilegitimidade em valorizar o "lado escuro" do romantismo, nos agarramos ao ponto de vista de que toda a literatura afirma
um horizonte, afirma a criação enlaçada à aspiração, de tal sorte que o Moyen âge do romantismo somente terá valor positivo uma vez integrado na
historia da modernização, em especial na contradição não-contemporânea, de que nos fala Ernst Bloch.

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June 27

Educação para melhores políticas públicas.

TERRA VIVA AMÉRICA LATINA deste 27 de Junho traz uma notícia sobre o problema de abastecimento de água no mundo que não nos deixa esquecer a importância de combinar a educação do homem para a convivência com a ação social e crítica por competentes políticas públicas.

Leia o artigo integral.

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AGUA:
La corrupción salpica a los más pobres
Por Erkan Kaptan

NACIONES UNIDAS (IPS) La escasez mundial de agua es, fundamentalmente, un problema de gobernanza que se arraiga, entre otros factores, en la corrupción, según un nuevo informe de la red Transparencia Internacional.

Casi 1.200 millones de personas carecen de un abastecimiento constante de agua. Más de 2.600 millones viven sin instalaciones sanitarias adecuadas.
Según el Informe Global sobre la Corrupción 2008, elaborado por Transparencia, el uso excesivo y la contaminación han convertido a los ecosistemas acuáticos en el recurso natural más degradado del mundo.
 El estudio, difundido en junio, pronostica que más de 3.000 millones de personas podrían vivir en países que sufren escasez de agua para 2025.
 
Las consecuencias humanas de la crisis son devastadoras, y afectan fundamentalmente a mujeres y a pobres, agrega.
 
Según el informe, alrededor de 80 por ciento de los problemas de salud se relacionan con la calidad del agua o con instalaciones sanitarias inapropiadas, y provocan la muerte de casi 1,8 millones de niños cada año, así como la pérdida de 443 millones de días de clase a quienes los sufren.
 
Los Objetivos de Desarrollo de las Naciones Unidas para el Milenio, adoptadas por la Asamblea General del foro mundial en 2000, contemplan entre sus objetivos reducir a la mitad la proporción de personas que viven sin instalaciones sanitarias adecuadas, para 2015 respecto de los valores de 1990.
 
Sin embargo, expertos opinan que esa meta y otros objetivos planteados no podrán alcanzarse si no se encara el problema de la corrupción.
 
"No sólo afecta los objetivos referidos directamente al agua, sino otros aspectos como la tasa de alfabetismo", dijo Hakan Tropp, de la Red de Integridad del Agua. "Las niñas que deben caminar 10 kilómetros para obtenerla pierden tiempo que podrían dedicar a sus estudios."
 
El estudio de Transparencia presta atención a varios sectores clave, el primero de los cuales es el manejo de los recursos hídricos, que contempla la preservación, sustentabilidad y uso equitativo de un elemento que carece de sustitutos.
 
El informe destaca que la corrupción frecuentemente queda impune por la colusión entre el sector privado y elites poderosas.
 
"Apenas 15 años atrás era legal en muchos países que una gran empresa dedujera de sus impuestos el costo de los sobornos pagados para obtener un contrato", dijo Donal O'Leary, asesor de Transparencia.
 
En China, el empleo de sobornos para evitar el cumplimiento de las regulaciones ambientales determinó la contaminación de acuíferos en 90 por ciento de las ciudades, mientras que el agua de 75 por ciento de los ríos que atraviesan zonas urbanas no es apta para beber ni para la pesca.
 
El estudio señala que la corrupción se encuentra a todo lo largo de la cadena de suministro de agua, desde el diseño de políticas y las asignaciones presupuestarias hasta los sistemas de facturación del servicio. Afecta a todos los países, ricos o pobres, y tanto al sector privado como a las empresas públicas.
 
En los países ricos, la mayoría de los casos de corrupción se vinculan con la adjudicación de contratos para construir y operar la infraestructura municipal del servicio de agua, un mercado de 210.000 millones de dólares al año en América del Norte, Europa occidental y Japón.
 
En el caso de las naciones en desarrollo, se estima que la corrupción eleva hasta 30 por ciento el costo de la conexión de una vivienda a la red de agua.
 
"Tomando en cuenta la corrupción en el sector del agua y los costos asociados con el cambio climático, se estima que alcanzar los objetivos de desarrollo del milenio demandará 50.000 millones de dólares adicionales", afirmó la directora de Transparencia Internacional, Huguette Labelle.
 
El informe también analiza el problema de la irrigación, que representa 70 por ciento del consumo mundial de agua y ayuda a producir 40 por ciento de los alimentos.
 
Los sistemas de irrigación pueden ser monopolizados por grandes consumidores, advierte. En México, 20 por ciento de los productores rurales, los más ricos, reciben más de 70 por ciento de los subsidios para irrigación. La corrupción en esta área agrava la pobreza y la inseguridad alimentaria.
 
Los proyectos hidroeléctricos, que requieren enormes volúmenes de inversión, estimados entre 50.000 y 60.000 millones de dólares anuales durante las próximas décadas, pueden ser un campo fértil para la corrupción en el diseño y ejecución de grandes represas en todo el mundo.
 
El manejo del agua está considerado un tema eminentemente técnico en la mayoría de los países, señala el estudio, e involucra una gran cantidad de fondos públicos, lo que plantea un alto riesgo de corrupción.
 
La inversión privada en el sector está en aumento en países que ya eran conocidos por su exposición a la corrupción. Proveedores informales continúan desempeñando un papel fundamental en el suministro de agua a los pobres y la corrupción en este servicio esencial afecta más a los más débiles.
 
Sin embargo, cuando los gobiernos establecen mecanismos de rendición de cuentas la situación puede mejorar, indica el estudio.
 
"En la ciudad india de Bangalore, en los últimos 10 años, se ha permitido a la población evaluar los servicios públicos y esto llevó a mejoras en el abastecimiento de agua y los servicios sanitarios. Esto demuestra que los ciudadanos pueden hacer algo, realizar acciones a nivel local", dijo Tropp.
 
El informe advierte que la lucha contra la corrupción no debe alterar el estilo de vida de los pobres. Por ejemplo, erradicar a los proveedores informales eliminar una alternativa importante para que las personas de menores recursos tengan acceso al agua.
 
En cambio, recomienda fortalecer la regulación del manejo y uso del agua, asegurando una competencia justa y sistemas de rendición de cuentas en la adjudicación de contratos. Asimismo, propone que se adopten mecanismos transparentes y participativos como principios rectores de la gobernanza en este sector. (FIN)
 

June 21

Cooperando para o desenvolvimento de Iberoamérica

Visite minha página na Organizacion de Estado Iberoamericanos para la educación, la ciencia y la cultura - OEI
Direitos Humanos e Direitos Sociais

Direitos Humanos e Direitos e Sociais

Notícia divulgada na WEB da OEI sobre o Artigo de Jacob (J.) Lumier
 publicado em página personalizada do Fórum Social Mundial 2008


Observações sociológicas para o altermundialismo.


Associando-se ao esforço de revalorização do Relatório 2008 da Anistia Internacional promovido pela Agencia de Notícias IPS e pela publicação Terra Viva América Latina, o presente artigo esclarece sobre a moralidade da defesa dos Direitos Humanos pondo em foco a dignidade moral da individualidade concreta.

Alguns comentaristas ingênuos tecem críticas superficiais sobre a moralidade implícita na defesa dos Direitos Humanos alegando uma orientação abstrata, como se os movimentos pela promoção dos Direitos Humanos tivessem carência de realismo em suas campanhas.

Deixando de lado aqueles comentários ostensivamente provocativos e maliciosos que visam somente lançar confusão para evitar o controle pela opinião pública das funções de autoridade, não será sem interesse acentuar algumas observações para sustentar que a dignidade moral implícita nos Direitos Humanos tem foco na individualidade concreta.

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11 de junio de 2008

 
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